Cá estamos nós uma vez mais no Natal.
E o que é para nós o Natal? Segundo a tradição Cristã o Natal marca a divisão do tempo como o conhecemos. temos o período antes de Cristo e o período Depois de Cristo. Esta pequena distinção aparentemente não pouco importante para o não crente, é de sublime e significativa importância para todos nós.
Por muito incrivel que possa parecer ao não crente, a passagem de Cristo pela Terra influenciou totalmente as nossas vidas.
Foi após a vinda de Jesus que passamos a ter as primeiras instituições de solidariedade (vejamos o caso da igreja ou "casa do caminho" de Jerusalém). Foi após a vinda de Jesus que os homens comuns passaram a importar-se com os seus semelhantes, e os seus seguidores passaram a assumir o bem estar dos outros como responsabilidade sua.
É esta vinda, esta breve existência de 33 anos apenas, dos quais se contam somente 3 de ministério redentor para a Humanidade, que é comemorada hoje em todos os lugares onde haja um cristão.
Para nós, pois que me reconheço cristão, esta noite é o renascer da esperança. Essa esperança que nos dá força para seguirmos em frente quando tudo parece desmoronar-se à nossa volta, essa Esperança que nos diz em segredo à alma que as nossas provas têm um fim e que depois da tempestade, por muito tenebrosa que possa parecer, virá a bonança.
E mesmo para o não cristão, para quem tudo isto não passa duma bela fábula, examine de forma sincera o seu coração e encontrará lá nos recessos do seu ser uma vozinha que lhe diz que amanhã será melhor, que amanhã o dia será mais feliz. Essa voz é a Esperança do Natal a dar força e alento a todos os Homens.
Glória a Deus nas Altura e Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Um Bem Haja a todos.
E deixem brilhar em vós a luz da Esperança!
Milhares de quilómetro de trevas não conseguem abafar a luz duma vela solitária. E a escuridão nada mais é que a ausência de Luz. Vivemos um período tão complicado do nosso país, em que parece que as más notícias são cada vez mais e quase que nos afogam. A minha proposta é falar do que de bom acontece e partilhar convosco as minhas reflexões sobre os acontecimentos que marcam as nossas vidas do dia a dia. Um Bem haja a todos!
"Hail the victorious dead." - Théoden King, Lord of the Riddermark
Obama presente na recepção dos despojos dos soldados americanos que morreram no Afeganistão
Foi com uma grande surpresa que bati de frente com esta notícia. Não é uma boa notícia, até porque a morte em cenário de guerra nunca é boa, mas o que é boa notícia é o facto do Comandante Supremo das Forças Armadas daquela que é, do ponto de vista bélico, a mais poderosa nação do mundo, ter assumido perante o mundo que há soldados a morrer numa Guerra sem sentido, e que esses homens e mulheres merecem ser honrados.
De facto, todos nós que já vivemos num país civilizado, nos horrorizamos com a perspectiva de alguém morrer de forma tão agressiva. A simples ideia de um ser humano matar outro é algo que nos causa aversão e repulsa. Mas a verdade também é que isso continua a acontecer a nível mundial. E às vezes bem mais perto do que pensamos.
Todos os dias os nossos "defensores" de uniforme arriscam as suas vidas a protegerem-nos.
Esses homens e mulheres que compõem as nossas forças de segurança, são o escudo que nos protege de todos aqueles que, por motivos vários, vivem à margem duma lei que é de todos e para todos.
Mal armados, mal equipados e inclusivamente mal pagos, estes heróis anónimos defendem-nos todos os dias das nossas vidas. 24 horas por dia eles estão lá para nós e por nós. E que fazemos nós por eles?
Não tenciono dar respostas, apenas lembrar que os heróis são para se honrar todos os dias, e se de facto há heróis que têm notoriedade e projecção social, por cada um desses há uma imensidão de outros que nunca vimos a conhecer, mas que estão presentes, dia após dia, noite após noite, a enfrentar os maus tratos dos políticos, as agressões dos criminosos, tudo pelo nobre propósito de Proteger e Servir.
Aos agentes da Polícia de Segurança Pública e das Polícias Municipais e aos soldados da Guarda Nacional Republicana... Hail the victorious protectors!.
Foi com uma grande surpresa que bati de frente com esta notícia. Não é uma boa notícia, até porque a morte em cenário de guerra nunca é boa, mas o que é boa notícia é o facto do Comandante Supremo das Forças Armadas daquela que é, do ponto de vista bélico, a mais poderosa nação do mundo, ter assumido perante o mundo que há soldados a morrer numa Guerra sem sentido, e que esses homens e mulheres merecem ser honrados.
De facto, todos nós que já vivemos num país civilizado, nos horrorizamos com a perspectiva de alguém morrer de forma tão agressiva. A simples ideia de um ser humano matar outro é algo que nos causa aversão e repulsa. Mas a verdade também é que isso continua a acontecer a nível mundial. E às vezes bem mais perto do que pensamos.
Todos os dias os nossos "defensores" de uniforme arriscam as suas vidas a protegerem-nos.
Esses homens e mulheres que compõem as nossas forças de segurança, são o escudo que nos protege de todos aqueles que, por motivos vários, vivem à margem duma lei que é de todos e para todos.
Mal armados, mal equipados e inclusivamente mal pagos, estes heróis anónimos defendem-nos todos os dias das nossas vidas. 24 horas por dia eles estão lá para nós e por nós. E que fazemos nós por eles?
Não tenciono dar respostas, apenas lembrar que os heróis são para se honrar todos os dias, e se de facto há heróis que têm notoriedade e projecção social, por cada um desses há uma imensidão de outros que nunca vimos a conhecer, mas que estão presentes, dia após dia, noite após noite, a enfrentar os maus tratos dos políticos, as agressões dos criminosos, tudo pelo nobre propósito de Proteger e Servir.
Aos agentes da Polícia de Segurança Pública e das Polícias Municipais e aos soldados da Guarda Nacional Republicana... Hail the victorious protectors!.
Férias, para que servem?
Antes que tenham todos vontade de me agredir com bastante violência, deixem-me justificar a pergunta.
As férias são aquele momento em que fazemos um pausa do nosso ritmo diário, alteramos as nossas actividades e dedicamos tempo as actividades para as quais normalmente não temos tempo (como escrever nos meus blogs).
Mas para que é que servem as férias? Para descansar, para espairecer - pensar noutras coisas que não as nossas obrigações, etc, etc.
Então as férias será o momento que podemos mudar de hábitos, mudar de gostos até, por exemplo vestir roupas que normalmente não vestimos. Ou seja, nas férias mudamos de máscara.
Então as férias servem para mudarmos. E se as férias servem para mudarmos, porque é que durante o resto do ano temos tanto medo da mudança? Podemos argumentar que nesta altura a mudança é uma que nós planeamos e controlamos... Falso, não controlamos absolutamente nada nas nossas vidas, excepto a forma como lidamos com as mudanças. A quantos de nós é que não aconteceu já termos uma planificação toda bonitinha e acontece qualquer coisa e vai tudo por água abaixo?
As férias servem para descansarmos, descanso esse que vem duma mudança planeada, mas em todos os momentos da vida devemos aceitar a mudança como algo que é natural e inevitável. Nessa perspectiva as férias são um treino mais ou menos controlado para experimentar a nossa capacidade mudar, para que depois, na vida diária enfrentemos a mudança com coragem e determinação e não fiquemos tão cansados :)
A todos um bem Haja e Boas Férias :)
As férias são aquele momento em que fazemos um pausa do nosso ritmo diário, alteramos as nossas actividades e dedicamos tempo as actividades para as quais normalmente não temos tempo (como escrever nos meus blogs).
Mas para que é que servem as férias? Para descansar, para espairecer - pensar noutras coisas que não as nossas obrigações, etc, etc.
Então as férias será o momento que podemos mudar de hábitos, mudar de gostos até, por exemplo vestir roupas que normalmente não vestimos. Ou seja, nas férias mudamos de máscara.
Então as férias servem para mudarmos. E se as férias servem para mudarmos, porque é que durante o resto do ano temos tanto medo da mudança? Podemos argumentar que nesta altura a mudança é uma que nós planeamos e controlamos... Falso, não controlamos absolutamente nada nas nossas vidas, excepto a forma como lidamos com as mudanças. A quantos de nós é que não aconteceu já termos uma planificação toda bonitinha e acontece qualquer coisa e vai tudo por água abaixo?
As férias servem para descansarmos, descanso esse que vem duma mudança planeada, mas em todos os momentos da vida devemos aceitar a mudança como algo que é natural e inevitável. Nessa perspectiva as férias são um treino mais ou menos controlado para experimentar a nossa capacidade mudar, para que depois, na vida diária enfrentemos a mudança com coragem e determinação e não fiquemos tão cansados :)
A todos um bem Haja e Boas Férias :)
Eleições Europeias
Muito se tem falado sobre as eleições que aí vêem, mas como sempre, a única coisa que vemos é pessoas, trajadas a rigor, que têm por objectivo representar o nosso país no exterior, mas que nas suas afirmações revelam um desinteresse total pelas nossas reais necessidades e um interesse descarado pelos seus próprios interesses.
Para atingir este fim a que se propõem (ganhar votos) têm usado do mais baixo que em termos de discurso.
Qual deve ser então a nossa posturas enquanto cidadãos do país?
Não posso falar pelos outros, mas mas posso falar por mim.
Pessoalmente, o mais certo é chegar a dia 7 e votar em branco, de forma a manifestar o meus descontentamento perante todas as alternativas propostas.
Votar irei, pois recuso-me a pertencer ao grupo dos abstencionistas, mas não posso ser conivente com este desrespeito declarado que os políticos profissionais (ou não profissionais) têm manifestado uns pelos outros e por todos os portugueses.
Dia 7 de Junho, vão às urnas, mesmo que não vos apeteça votar, votem em branco e demonstrem assim o vosso descontentamento.
Para atingir este fim a que se propõem (ganhar votos) têm usado do mais baixo que em termos de discurso.
Qual deve ser então a nossa posturas enquanto cidadãos do país?
Não posso falar pelos outros, mas mas posso falar por mim.
Pessoalmente, o mais certo é chegar a dia 7 e votar em branco, de forma a manifestar o meus descontentamento perante todas as alternativas propostas.
Votar irei, pois recuso-me a pertencer ao grupo dos abstencionistas, mas não posso ser conivente com este desrespeito declarado que os políticos profissionais (ou não profissionais) têm manifestado uns pelos outros e por todos os portugueses.
Dia 7 de Junho, vão às urnas, mesmo que não vos apeteça votar, votem em branco e demonstrem assim o vosso descontentamento.
Trabalho - Acto de Crescimento
Consideramos trabalho como aquela actividade com que ganhamos a nossa vida. Nessa consideração, o trabalho começa no momento em que iniciamos as actividades que compreendem o nosso emprego, e termina no momento em que essas actividades terminam. O trabalho tem como objectivo o sustento do corpo, a aquisição de novos bens e a manutenção daqueles que já adquirimos. Somos ainda informados que o Emprego/trabalho é um direito, um direito pelo qual devemos lutar. Mas será que trabalho é só isto?
Durante séculos o trabalho foi considerado como algo que diminuía a homem, trabalhar era sinónimo de servir a outrem e somente aqueles que ocupavam os lugares mais baixos da escala social trabalhavam/serviam. Um homem de posição social elevada, vivia, muitas vezes, de rendimentos, fossem rendas sobre propriedades ou retornos de investimentos, mas era sempre o outro que trabalhava, o servo.
Trabalhar foi uma tarefa que era entregue, primeiro aos escravos, mais tarde aos servos e depois aos empregados. Era uma actividade de baixo valor, sendo desconsiderados pelos seus pares os "nobres" que se viam constrangidos a trabalhar de forma mais activa, mas raramente da forma dura e muitas vezes brutal que os operários e os que cuidavam das lides da Terra.
Mas se observarmos com atenção, vemos um movimento de mudança, a princípio bastante subtil, e com o passar dos séculos ganhando ímpeto até que se tornar num movimento ostensivo e evidente.
Analisando a situação do ponto de vista analítico, podemos observar com clareza, que os primeiros movimentos de trabalho não remunerado surgem nas estruturas fundadas a seguir à crucificação pelos Apóstolos de Jesus. Esses homens, inspirados pelo exemplo Daquele que tinham tido por Mestre, passaram a doar-se aos seus semelhantes de forma total e incondicional.
Os seus exemplos inspiraram mais tardes as várias ordens religiosas que existiram a Europa medieval e, após a 2ª Guerra Mundial, as Organizações Não Governamentais e as Instituições Particulares de Solidariedade Social. E mesmo que os integrantes dessas associações se declarem sem crença religiosa, a verdade é que os sentimentos que os impulsionam nessa tarefa de dedicação aos seus semelhantes, é o mesmo sentimento que animou os religiosos dedicados nos últimos 20 séculos.
Essa vontade de ser útil, de servir os outros que não se tem obrigação de o fazer, de Trabalhar quando não se há nenhuma recompensa monetária em vista.
E eis o verdadeiro sentido do Trabalho. Servir os outros quando não se é obrigado a fazê-lo, porque, como disse um grande sábio do século XVIII (cabe a vós descobrir quem): "Trabalho é toda actividade útil."
A expressão é completamente significativa. Ele não define trabalho como ganha pão, como emprego ou obrigação, mas como toda actividade útil.
Então trabalho será o nosso emprego quando executado com honestidade e sobriedade, é as tarefas de casa que nos permitem um ambiente tranquilo para vivermos e repousarmos, é toda a vez que ajudamos alguém a atravessar a rua, quando até podíamos olhar para o outro lado, seguramos a mão de alguém para ajudar a descer de um autocarro, etc, etc.
Trabalhemos então, não só nos nossos empregos, que são o nosso ganha pão, mas em todas as actividades em que podemos ser úteis, todas as tarefas em que podemos beneficiar alguém.
Esse é, e será sempre, o verdadeiro propósito do Trabalho, servir os outros no sua ascensão para a Felicidade, conquistando no processo a nossa Paz interior.
Um Bem Haja a todos!
Durante séculos o trabalho foi considerado como algo que diminuía a homem, trabalhar era sinónimo de servir a outrem e somente aqueles que ocupavam os lugares mais baixos da escala social trabalhavam/serviam. Um homem de posição social elevada, vivia, muitas vezes, de rendimentos, fossem rendas sobre propriedades ou retornos de investimentos, mas era sempre o outro que trabalhava, o servo.
Trabalhar foi uma tarefa que era entregue, primeiro aos escravos, mais tarde aos servos e depois aos empregados. Era uma actividade de baixo valor, sendo desconsiderados pelos seus pares os "nobres" que se viam constrangidos a trabalhar de forma mais activa, mas raramente da forma dura e muitas vezes brutal que os operários e os que cuidavam das lides da Terra.
Mas se observarmos com atenção, vemos um movimento de mudança, a princípio bastante subtil, e com o passar dos séculos ganhando ímpeto até que se tornar num movimento ostensivo e evidente.
Analisando a situação do ponto de vista analítico, podemos observar com clareza, que os primeiros movimentos de trabalho não remunerado surgem nas estruturas fundadas a seguir à crucificação pelos Apóstolos de Jesus. Esses homens, inspirados pelo exemplo Daquele que tinham tido por Mestre, passaram a doar-se aos seus semelhantes de forma total e incondicional.
Os seus exemplos inspiraram mais tardes as várias ordens religiosas que existiram a Europa medieval e, após a 2ª Guerra Mundial, as Organizações Não Governamentais e as Instituições Particulares de Solidariedade Social. E mesmo que os integrantes dessas associações se declarem sem crença religiosa, a verdade é que os sentimentos que os impulsionam nessa tarefa de dedicação aos seus semelhantes, é o mesmo sentimento que animou os religiosos dedicados nos últimos 20 séculos.
Essa vontade de ser útil, de servir os outros que não se tem obrigação de o fazer, de Trabalhar quando não se há nenhuma recompensa monetária em vista.
E eis o verdadeiro sentido do Trabalho. Servir os outros quando não se é obrigado a fazê-lo, porque, como disse um grande sábio do século XVIII (cabe a vós descobrir quem): "Trabalho é toda actividade útil."
A expressão é completamente significativa. Ele não define trabalho como ganha pão, como emprego ou obrigação, mas como toda actividade útil.
Então trabalho será o nosso emprego quando executado com honestidade e sobriedade, é as tarefas de casa que nos permitem um ambiente tranquilo para vivermos e repousarmos, é toda a vez que ajudamos alguém a atravessar a rua, quando até podíamos olhar para o outro lado, seguramos a mão de alguém para ajudar a descer de um autocarro, etc, etc.
Trabalhemos então, não só nos nossos empregos, que são o nosso ganha pão, mas em todas as actividades em que podemos ser úteis, todas as tarefas em que podemos beneficiar alguém.
Esse é, e será sempre, o verdadeiro propósito do Trabalho, servir os outros no sua ascensão para a Felicidade, conquistando no processo a nossa Paz interior.
Um Bem Haja a todos!
O valor do homem
Qual é o valor de um homem?
Não coloco esta questão no sentido monetário, ou do valor da vida de alguém, porque a Vida não tem preço. Questiono-me sim no valor do Homem. O que é que dá valor ao ser na sua passagem pela Terra
Habituamos-nos a considerar como pessoas de grande valor os dirigentes, os que possuem fortuna e podem influenciar a outros. Valorizamos os que nos são agradáveis de forma física ou intelectual.
Mas será que esses atributos reflectem o verdadeiro valor do Homem.
A riqueza é sempre transitória (se bem que os ricos não gostam muito desta ideia), ela muda de mãos e é nessa mudança que a sociedade cresce e evoluí.
A capacidade de influenciar os outros depende vai sempre depender do intelecto do que escuta, mas também da sua própria capacidade mental, que se esvai com o envelhecimento do corpo. Neste ponto o raciocínio aplica-se também aos que nos são agradáveis de forma intelectual.
A Beleza física sofre do mesmo problema, pois também diminui com o passar dos anos, por muito que tentemos evita-lo, e actualmente dispendem-se tantos milhares nessa quiméra que é a (aparência de) Juventude Eterna.
Se todos estes pontos, que são aqueles que normalmente valorizamos nos outros são falíveis e passíveis de diminuir com o tempo, como é podemos avaliar o valor do Homem?
A resposta é bastante simples e encontra-se estabelecida, de forma generalizada, em todas as filosofias humanas de caractér religioso.
Neste texto iremos usar a expressão Cristã: "Conhece-se a árvore pelo fruto."
O Valor do homem está então naquilo que faz com o que a Vida lhe oferece. Não precisa de fortunas, beleza física ou perspicácia intelectual, poder de influenciar ou capacidade de liderar, precisa apenas de BOA VONTADE e Vontade de fazer o BEM.
E fazer o Bem é das coisas mais simples de entender, e mais complicas de fazer.
O BEM é tudo aquilo que trás felicidade real, perene e estável. Não se trata da felicidade falsa das ilusões, mas da felicidade de ajudar alguém a resolver um problema, dando os meios de resolver o problema ao invés de o resolver pela pessoa. Fazer o Bem é no fundo, fazer aos outros tudo aquilo que gostariamos que alguém nos fizesse, do ponto de vista da lucidez que deve orientar os seres esclarecidos.
Mas para fazer este bem é preciso duas coisas muito complicadas.
A primeira é calar o nosso Orgulho. Esse orgulho que nos leva a pensar que somos melhor do que os outros, que somente a nossa forma de raciocinar é que está correcta e que devemos, por mandato Divino, impôr aos outros a nossa forma de pensar.
Uma vez calado esse orgulho, devemos dar voz à Compaixão e à Caridade.
Eis, para mim o que valoriza o homem: Capacidade de Amar, Humildade e Sabedoria (que é o conhecimento mais a humildade). Tudo o resto, riqueza, títulos, beleza, intelecto, são ferramentas das quais o ser deve fazer bom uso, enxugando lágrimas, curando feridas, consolando tristezas.
Um Bem Haja a todos!
Não coloco esta questão no sentido monetário, ou do valor da vida de alguém, porque a Vida não tem preço. Questiono-me sim no valor do Homem. O que é que dá valor ao ser na sua passagem pela Terra
Habituamos-nos a considerar como pessoas de grande valor os dirigentes, os que possuem fortuna e podem influenciar a outros. Valorizamos os que nos são agradáveis de forma física ou intelectual.
Mas será que esses atributos reflectem o verdadeiro valor do Homem.
A riqueza é sempre transitória (se bem que os ricos não gostam muito desta ideia), ela muda de mãos e é nessa mudança que a sociedade cresce e evoluí.
A capacidade de influenciar os outros depende vai sempre depender do intelecto do que escuta, mas também da sua própria capacidade mental, que se esvai com o envelhecimento do corpo. Neste ponto o raciocínio aplica-se também aos que nos são agradáveis de forma intelectual.
A Beleza física sofre do mesmo problema, pois também diminui com o passar dos anos, por muito que tentemos evita-lo, e actualmente dispendem-se tantos milhares nessa quiméra que é a (aparência de) Juventude Eterna.
Se todos estes pontos, que são aqueles que normalmente valorizamos nos outros são falíveis e passíveis de diminuir com o tempo, como é podemos avaliar o valor do Homem?
A resposta é bastante simples e encontra-se estabelecida, de forma generalizada, em todas as filosofias humanas de caractér religioso.
Neste texto iremos usar a expressão Cristã: "Conhece-se a árvore pelo fruto."
O Valor do homem está então naquilo que faz com o que a Vida lhe oferece. Não precisa de fortunas, beleza física ou perspicácia intelectual, poder de influenciar ou capacidade de liderar, precisa apenas de BOA VONTADE e Vontade de fazer o BEM.
E fazer o Bem é das coisas mais simples de entender, e mais complicas de fazer.
O BEM é tudo aquilo que trás felicidade real, perene e estável. Não se trata da felicidade falsa das ilusões, mas da felicidade de ajudar alguém a resolver um problema, dando os meios de resolver o problema ao invés de o resolver pela pessoa. Fazer o Bem é no fundo, fazer aos outros tudo aquilo que gostariamos que alguém nos fizesse, do ponto de vista da lucidez que deve orientar os seres esclarecidos.
Mas para fazer este bem é preciso duas coisas muito complicadas.
A primeira é calar o nosso Orgulho. Esse orgulho que nos leva a pensar que somos melhor do que os outros, que somente a nossa forma de raciocinar é que está correcta e que devemos, por mandato Divino, impôr aos outros a nossa forma de pensar.
Uma vez calado esse orgulho, devemos dar voz à Compaixão e à Caridade.
Eis, para mim o que valoriza o homem: Capacidade de Amar, Humildade e Sabedoria (que é o conhecimento mais a humildade). Tudo o resto, riqueza, títulos, beleza, intelecto, são ferramentas das quais o ser deve fazer bom uso, enxugando lágrimas, curando feridas, consolando tristezas.
Um Bem Haja a todos!
Bom Ano Novo!
Olho para o ano que aí vem e escuto ao lado a voz rouca do pessimismo a dizer-me que vai ser mau, que vai ser complicado e que iremos todos sofrer muito, olho para o novo ano e penso para comigo como pode uma coisa que acabou de nascer para o mundo ser tão má.
Olho para o lado para ver o pessimismo e vejo a sociedade reflectida num espelho baço que não me deixa ver a sua realidade.
O futuro é o que fizermos dele diz-me a voz que vem de dentro do espelho, mas os meus ouvidos só ouvem mais notícias. O espelho turva-lhe as palavras e turva-lhe a visão porque o espelho é um vidro sujo por anos de dor e desilusões. Digo-lhe dentro da cabeça que esqueça a dor que já lá vai, limpa o vidro com o pano da esperança, molhado nas lágrimas que não morrem dos que ainda sabem sonhar.
E finalmente vejo que estou a falar comigo mesmo, limpo o vidro e o mundo surge-me no seu explendor, Cheio de vida e oportunidades, cheio de cor e de alegrias.
E compreendo que a alegria encontra-se nas coisas simples, encontra-se nos olhos duma criança que acabou de fazer a descoberta mais importante do Universo, no amigo que se venceu a si mesmo e se tornou melhor hoje do que era ontem, do inimigo que deixou de o ser só porque nós nos esforçamos para ser melhores. Esta é verdadeira alegria e tudo aquilo que 2009 vai trazer, vai ser fruto da nossa alegria de viver e da Alegria de saber Viver!
Um bem Haja a todos!
Olho para o lado para ver o pessimismo e vejo a sociedade reflectida num espelho baço que não me deixa ver a sua realidade.
O futuro é o que fizermos dele diz-me a voz que vem de dentro do espelho, mas os meus ouvidos só ouvem mais notícias. O espelho turva-lhe as palavras e turva-lhe a visão porque o espelho é um vidro sujo por anos de dor e desilusões. Digo-lhe dentro da cabeça que esqueça a dor que já lá vai, limpa o vidro com o pano da esperança, molhado nas lágrimas que não morrem dos que ainda sabem sonhar.
E finalmente vejo que estou a falar comigo mesmo, limpo o vidro e o mundo surge-me no seu explendor, Cheio de vida e oportunidades, cheio de cor e de alegrias.
E compreendo que a alegria encontra-se nas coisas simples, encontra-se nos olhos duma criança que acabou de fazer a descoberta mais importante do Universo, no amigo que se venceu a si mesmo e se tornou melhor hoje do que era ontem, do inimigo que deixou de o ser só porque nós nos esforçamos para ser melhores. Esta é verdadeira alegria e tudo aquilo que 2009 vai trazer, vai ser fruto da nossa alegria de viver e da Alegria de saber Viver!
Um bem Haja a todos!
Subscrever:
Comentários (Atom)